quinta-feira, 15 de agosto de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Sequência didático com o conto "Pausa"
“Pausa” de Moacyr
Scliar
Objetivo:
Ampliar o repertório textual do aluno, explorar, desenvolver e ampliar a
capacidade de leitura, e identificar as características do gênero narrativo
“conto”.
Conteúdos:
conto “Pausa” de Moacyr Scliar, biografia do autor (síntese), elementos da
narrativa e apresentação de outros textos que possam dialogar com o conto em
estudo.
Público
alvo:
6os anos
Tempo
estimado 6 aulas
Desenvolvimento
Ativação
de conhecimento de mundo; antecipação ou predicação; checagem de hipóteses.
Fazer o levantamento do conhecimento prévio do aluno com
algumas questões como:
Você conhece o
autor Moacyr Scliar?
Conhece alguma obra deste autor?
O que você espera encontrar em um texto com o título
“Pausa”?
Quando utilizamos a pausa em nossas vidas?
A pausa é importante por quê?
Localização
de informações; comparação de informações; generalizações.
Leitura do texto
Em seguida discussão sobre alguns aspectos que vai
ajudá-los a compreender o texto como:
Suas hipóteses conferem após ler o texto? Explique.
Por que Samuel saia de casa com o pretexto, de que iria
ao escritório, mas, a realidade era outra, ele direcionava-se ao hotel?
A esposa de Samuel o interrogava com azedume por quê?
Samuel tenta se refugiar do stress do dia a dia, ao
construir uma outra rotina, que é praticada aos domingos. Explique o porquê
desta atitude.
O que o título tem a ver com o assunto do conto?
Recuperação
do contexto de produção; definição de finalidades e metas da atividade da
leitura
Após a compreensão do texto, o professor irá ressaltar os
cinco elementos da narrativa, e pedir ao aluno para localizá-los no texto:
Foco narrativo
Personagens
Tempo
Espaço
Enredo
Produção
de inferências locais; produção de inferências globais.
Conflito inicial – elemento que desencadeia os fatos da
narrativa.
Clímax – é o momento que o leitor não sabe o rumo que a
narrativa seguirá.
Desfecho – resolução do conflito (feliz ou trágico).
Percepção
das relações de intertextualidade; percepção das relações de
interdiscursividade
Fazer com que a sala assista ao filme “Click”, e
perguntar quais semelhanças e diferenças
que existem entre o conto e o filme.
Percepção
das outras linguagens; elaboração de apreciações estéticas e/ou afetivas;
elaboração de apreciações relativas a valores éticos e/ou políticos.
Trabalhar com a linguagem não-verbal
Pedir aos alunos que tragam imagens que possam ilustrar o
conto, ou que possa completar a seguinte questão: Pausa é .............
Avaliação
Processual - desempenho do aluno no decorrer da leitura e
análise do conto, que contemplem as estratégias de leitura.
terça-feira, 18 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
Perfil Do Grupo
Fátima Nogueira
Moro em Jacareí e leciono na Escola Prof.a Clarice Seiko em São Paulo, estou nesta profissão há 13 anos. Sou uma pessoa calma, gosto de uma boa música, de viajar, no mundo da literatura e também gosto muito do que faço, pois ensinar me fascina, é tão bom saber que você pôde colaborar com o "crescimento" de uma pessoa.
Sheila Monteiro
Moro em Jacareí e leciono na Escola Prof.a Clarice Seiko em São Paulo, estou nesta profissão há 13 anos. Sou uma pessoa calma, gosto de uma boa música, de viajar, no mundo da literatura e também gosto muito do que faço, pois ensinar me fascina, é tão bom saber que você pôde colaborar com o "crescimento" de uma pessoa.
Sheila Monteiro
Olá! Meu nome é Sheila
Monteiro. Formada em Letras pela Universidade Guarulhos (2003), Pós Graduada em
Língua Portuguesa pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas(2012) , Pós
Graduada em Pedagogia pela Faculdade Paulista São José(2012). Atualmente
ministro aulas de Português para o 7ºe 8º ano do Ensino Fundamental II e Inglês
para o 1ºano do Ensino Médio na Escola Maria Célia. Tenho 32 anos de idade, e
ministro aulas há 11 anos, sou apaixonada pela profissão, procuro fazer tudo
com muito carinho e dedicação. Sou casada e tenho uma filha linda e maravilhosa
de quinze anos. Adoro novas experiências, curto muito viajar, ler e estudar.
Espero que este curso enriqueça os meus conhecimentos e a minha prática.
"...aprender não é um ato
findo.Aprender é um exercício constante de renovação..." Paulo Freire
Agda Ferreira
Meu nome é Agda , nasci na cidade de São Paulo há 33 anos,
sou casada e tenho um filho de 2 anos, posso dizer com toda convicção que minha
família e amigos são minhas prioridades. Seguindo essa ordem minha vida
profissional torna se foco. Optei por fazer letras depois de muito relutar,
sempre soube que queria ser professora, mas a falta de prestígio e
reconhecimento, sem falar na questão financeira, me afastavam dessa decisão,
por fim aceitei meu destino: educadora, mestre, tutora! Sinto me muito
orgulhosa pela a minha escolha e sinto o mesmo da minha família.Me graduei na
USP em 2010, mas desde 2001 dou aulas de língua inglesa e em 2005 comecei a dar
aulas em cursinhos. Este é meu primeiro ano na Rede Estadual de Ensino, estou
muito empolgada com o novo aprendizado e com todos os desafios que se colocam
na minha frente, acredito sinceramente que esta experiência fará total
diferença na minha vida profissional.Gosto de ouvir praticamente todo tipo de
música, sou movida a música, arte, literatura, teatro, o belo (no conceito
grego). Antes do nascimento do meu pequenino, gastava quase todo meu tempo
livre lendo, viajando, ou em breves momentos de ócio, hoje nos raros momentos
só para mim leio, ou brinco mais com meu filho.Gosto de ler quase tudo, de
revista de fofoca à literatura clássica, amo cinema é difícil falar em um filme
favorito, mas gosto muito de Abril Despedaçado, V de Vendeta, Terra Sonambula,
Matrix ... ... ...Ansiosa, inclusive para dar sequência ao curso, essa é
parte do que sou!
Maria do Socorro
Maria do Socorro
Olá, sou a
profª Maria do Socorro, estou há 21 anos na Rede Estadual, sendo 8 trabalhados
na E.E. Profª Maria Célia Falcão Rodrigues onde leciono Línguas Portuguesa e
Inglesa. Formada em Letras pela
Universidade de Guarulhos e pós graduada em Língua Portuguesa pela PUC-SP.
sábado, 8 de junho de 2013
Experiências Leitoras
Por Fátima Nogueira
Ao recordar minha trajetória, posso afirmar que meu contato com a leitura
foi mediada pela minha professora de língua portuguesa, pois a partir da
leitura solicitada, que comecei a descobrir o encantamento de ler.
Quando estava na quinta série, minha professora pediu que todos lessem
"O cachorrinho Samba na fazenda", e este foi o meu primeiro livro. Ao
iniciar a leitura, comecei a me envolver com os acontecimentos da narrativa, os
quais levaram a prosseguir a leitura. Nesta época minha irmã estava na sexta
série, e meu pai também teve que comprar um livro para ela, a pedido da
professora, sendo assim, nós trocamos nossos livros, sem mesmo que alguém
solicitasse sua leitura, pois havíamos descoberto o gosto pela leitura.
Foi a partir deste livro que tudo, o que caía em minhas mãos ia lendo, é
claro que nem tudo me fascinava, mas o desejo de ler, de conhecer era
maior.
Também pude melhorar minhas produções textuais, porque através da leitura
eu podia recriar o que eu lia, principalmente quando voltava das férias e a
professora logo vinha com produção textual trazendo o seguinte tema
"minhas férias".
Com o passar do tempo pude perceber que ler é uma forma de ver o mundo
através das letras, é mergulhar no desconhecido, viajar em outros tempos e
espaços, ampliar a dimensão da vida e aprender a formular um pensamento
crítico.
Por Agda Ferreira
Minha mãe costuma dizer que aos
três anos e meio eu já pegava livrinhos infantis e pedia para ela ler e que aos
quatro já dava meus primeiros passos na leitura “lendo” para ela dormir, hoje
vejo como foi essencial este “pontapé” para toda minha vida escolar e também
para minha vida pessoal. O mais legal nesse processo é que meu filho de dois
anos já escolhe “livrinhos” para eu ler para ele, fato que me deixa muito
orgulhosa!
Desde que tenho consciência
própria, como ser autônomo, tenho sempre um livro na bolsa, na pré-adolescência
e adolescência como era muito tímida e nerd e eles eram meus
melhores amigos, foi a forma que encontrei para ter contato com o mundo real e
com o mundo do impossível, visto que a literatura fantástica era minha favorita
na época. Depois, quando aos pouco fui vencendo a timidez conheci um grupo de
pessoas que liam de tudo, discutiam e jogavam RPG, é óbvio que me senti em casa
e acolhida.
Para mim a leitura é uma maneira
de me humaniza, como diz o professor , também no sentido de me tornar
melhor, ela abre a possibilidade para o improvável, faz com que sublime
frustrações, é a minha cura pelas palavras citando Freud, é minha rota de
evasão.
Admito que escrever é algo tenso,
sempre acreditei que ler cria um canal direto entre leitor – autor, portanto
para mim escrever é muito me desnudar, quem sabe um dia eu consiga me sentir
confortável em deixar outros lerem o que escrevo, quem sabe?
Por Sheila Monteiro
Na minha infância infelizmente não tive grandes referencias
leitora, meu pai cursou somente até a quarta série, apesar de pouco estudo é um
homem muito inteligente e habilidoso em tudo que faz e inclusive nas leituras,
minha mãe cursou somente até a segunda série e no seu cotidiano, livros e
leituras, não tinham espaço devido ao seu tempo corrido. Então, eu mesma aprendi a
gostar de ler, tudo começou quando na quarta série minha professora nos passou
o primeiro livro de leitura quase que obrigatória “Um leão em família” da
coleção Vaga-Lume de Luiz Puntel. Nossa, foi aí que descobrir o quanto era
gostoso ler. A leitura fiz meio que as pressas, pois tive que esperar dois
colegas de turma acabarem de ler para me emprestarem o livro, pois como eu
falei não fazia parte da cultura da minha mãe se preocupar com isso. Depois, na
mesma série, minha professora nos passou “A Maldição do Tesouro do Faraó”
também da coleção Vaga-Lume de Sersi Bardari. Depois disso não parei mais de
ler, porem eu lia aquilo que me interessava, pois da quinta série em diante as
leituras eram pouco incentivadas, só voltei a ler por recomendações da escola
no Ensino médio. Então, me dediquei a leituras como as dos livros de autoajuda,
romances como Sabrina, literatura de entretenimento. Essas leituras eram
envolventes, e me transportavam para outros lugares. Só vim conhecer literatura
cânone mesmo, já na faculdade, aí como o gosto já estava incutido ,foi muito
fácil e prazeroso ler aquilo que era obrigatório. Acho que assim como ocorreu
comigo, muitos alunos passam por isso, daí a grande importância desse incentivo
a leitura começar desde cedo pela escola e perdurar durante todo o
processo de ensino dos alunos.
Por Maria do Socorro
Por Maria do Socorro
Tenho
convicção que a educação é o único caminho para melhorar as pessoas e
consequentemente a sociedade. A leitura tem um papel primordial nesse processo.
Meu gosto
pela leitura deu-se a partir de algumas leituras que me foram muito agradáveis
e não exatamente aquelas impostas pela escola, na época. Acredito que esse
importante hábito deve ser incentivado desde muito cedo nas crianças, mesmo
antes de irem à escola. O bom leitor interage melhor, escreve melhor visto que
tem mais bagagem. Isso eu explico ao meu aluno, sempre tentando fazê-lo tomar
gosto pela leitura.
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